Não se esqueçam que somos latinos e embora digam que os franceses são “chauvinistas”, e são na realidade, eles não fazem mais do que defender a sua cultura e a sua arte. Bem gostaria que fossemos assim, mais que não fosse para não andarmos a dar ouvidos, por exemplo, a questões de linguística pouco sensatas e culturais que têm mais a ver com questões sócio-comerciais.
O Português é que, linguisticamente, deriva directamente, do Latim.
Se alguém tem de se sujeitar a lê-lo, escrevê-lo e pronunciá-lo como deve ser, são os outros, nós já o tentamos fazer desde que o aprendemos, na escola.
Será que iremos deixar destruir a nossa língua, o nosso querido português ?
Já andou por cá no meu “Mudam-se os Tempos…”, e irá voltar de certeza, aqui fica a extraordinária poesia “Préface” dita pelo seu autor, o último poeta “maldito”, infelizmente já falecido e que nos deixou uma obra extraordinária, falo-vos de Léo Ferré. Aqui no Olimpia em 1972, embora esta poesia pertença ao álbum “Il n’y a plus rien”, de 1973.
Léo Ferré (24-08-1916 – 14-07-1993) – Ferré era filho de Joseph Ferré, director do pessoal do casino de Monte Carlo e de Marie Scotto, costureira de origem italiana. Interessou-se muito cedo pela música. Com apenas sete anos integra o coro da catedral do Mónaco e aí aprende solfejo e harmonia. Descobre a polifonia entrando em contacto com as obras de Palestrina e de Tomás Luis de Victoria. Mais tarde, descobre Beethoven, representando um concerto na ópera de Monte Carlo. Foi um poeta, anarquista e músico de origem franco-monegasco. Enquanto músico foi autor, compositor e intérprete de um grande número de canções. Mónaco viu-o nascer, Paris viu-o viver, e a Itália, em Castellina (Chianti - Toscana), viu-o morrer.
O Português é que, linguisticamente, deriva directamente, do Latim.
Se alguém tem de se sujeitar a lê-lo, escrevê-lo e pronunciá-lo como deve ser, são os outros, nós já o tentamos fazer desde que o aprendemos, na escola.
Será que iremos deixar destruir a nossa língua, o nosso querido português ?
Já andou por cá no meu “Mudam-se os Tempos…”, e irá voltar de certeza, aqui fica a extraordinária poesia “Préface” dita pelo seu autor, o último poeta “maldito”, infelizmente já falecido e que nos deixou uma obra extraordinária, falo-vos de Léo Ferré. Aqui no Olimpia em 1972, embora esta poesia pertença ao álbum “Il n’y a plus rien”, de 1973.
Léo Ferré (24-08-1916 – 14-07-1993) – Ferré era filho de Joseph Ferré, director do pessoal do casino de Monte Carlo e de Marie Scotto, costureira de origem italiana. Interessou-se muito cedo pela música. Com apenas sete anos integra o coro da catedral do Mónaco e aí aprende solfejo e harmonia. Descobre a polifonia entrando em contacto com as obras de Palestrina e de Tomás Luis de Victoria. Mais tarde, descobre Beethoven, representando um concerto na ópera de Monte Carlo. Foi um poeta, anarquista e músico de origem franco-monegasco. Enquanto músico foi autor, compositor e intérprete de um grande número de canções. Mónaco viu-o nascer, Paris viu-o viver, e a Itália, em Castellina (Chianti - Toscana), viu-o morrer.




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